Montanhas russas de felicidade inútil. Indústria cultural, leis e cinema nacional

Autores

  • Jorge Luis Serrano Ministerio de Relaciones Exteriores y Movilidad Humana

DOI:

https://doi.org/10.16921/chasqui.v0i132.2877

Palavras-chave:

Indústria cultural, diversidade, políticas públicas, cinema nacional

Resumo

Dez anos apos de aprovação da primeira lei de cinema no Equador a reflexão no lugar que os cinemas nacionais ocupam dentro da grande indústria cultural global enfrenta as realidades e ingenuidades do processo. A divisão internacional do trabalho simbólico, muitas vezes de um modo implícito e indireto, estabelece funções específicas para uma cinematografia emergente, entre estas é incluída sua condição de reserva criativa para alimentar, eventualmente, a voraz indústria hegemónica. Além isso, graças às leis de desenvolvimento e proteção emitidas por cada Estado, o que constitui um sintoma de maturidade social, os cinemas nacionais expressam a diversidade cultural e eles contêm a memória histórica dos povos.

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Publicado

2016-11-16

Como Citar

Serrano, J. L. (2016). Montanhas russas de felicidade inútil. Indústria cultural, leis e cinema nacional. Chasqui. Revista Latinoamericana De Comunicación, (132), 65–75. https://doi.org/10.16921/chasqui.v0i132.2877