Denialism and the extractivist imaginary

uma genealogia do antiambientalismo no Brasil

Authors

  • Caio Dayrell Santos Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.16921/chasqui.v1i161.5277

Keywords:

Denialism, Anti-environmentalism, Extractivism, Coloniality, Plantation

Abstract

This essay analyzes the connections between extractivism and denialism in contemporary Brazil, understanding both as complementary expressions of modern colonial rationality. Departing from a critique of the extractivist imaginary—rooted in the heritage of mines and plantations—it discusses how this regime of land and body dispossession requires, for its maintenance, the production of subjectivities capable of naturalizing destruction. The emergence of denialism, more than a mere deviation of reason, is understood as a psychic, political, and affective device that protects the extractivist order from its potential delegitimization. By denying the impacts of the climate crisis or disqualifying the knowledge of affected peoples, denialism allows the colonial-capitalist project to continue operating under the guise of inevitability.

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Published

2026-04-29

How to Cite

Dayrell Santos, C. (2026). Denialism and the extractivist imaginary: uma genealogia do antiambientalismo no Brasil. Chasqui. Revista Latinoamericana De Comunicación, 1(161). https://doi.org/10.16921/chasqui.v1i161.5277

Issue

Section

Chasqui 161. Pan-Amazonía en tensión: Disputas territoriales y narrativas entre extractivismo, urbanización y sostenibil