Medios sociales y producción de subjetividades: subversiones de personas no binarias a través de Twitter

Mariana Somavira, Tainan Pauli Tomazetti, Nísia Martins do Rosário

Resumen


En este artículo se investigan los procesos de creación de subjetividad, singularización y subversión engendrados a partir de la utilización, por parte de personas auto-declaradas no binarias, del hashtag #whatgenderqueerlookslike en Twitter. A través de la articulación entre estudios sobre los medios, la Teoría Queer y teorizaciones de Deleuze y Guattari acerca de la subjetividad se observa que hubo una apropiación empoderadora de la red social por parte de los sujetos no binarios, que pudieron manifestar a través de Internet su generación rizomática de subjetividad y singularización, así como de subversiones, en el ámbito de la performatividad, que provocan tensiones en los patrones sociales definidores de la relación lineal entre sexo, género y deseo.

Palabras clave


subjetividad; singularización; sujetos no binarios; subversión; Twitter

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DOI: https://doi.org/10.16921/chasqui.v0i138.3174

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