Manifesto sobre as práticas comunicativas do Greenpeace Brasil e Instituto Socioambiental em cenários de tensionamentos

Katarini Giroldo MIGUEL

Resumen


Apresentamos um artigo de natureza reflexiva e factual, em uma circunstância de emergência, que parte de investigações anteriores sobre a comunicação em rede do movimento ambiental, e de uma leitura contemporânea sobre o midiativismo socioambiental, para discutir as estratégias comunicativas frente a um cenário de ataques diretos ao trabalho realizado por organizações ambientalistas. Nesse sentido, propomos uma discussão teórica alinhada a uma pesquisa exploratória sobre as possibilidades midiativistas, ancoradas nas práticas comunicativas de dois atores sociais desse campo ambiental Greenpeace Brasil e Instituto Socioambiental, para avaliar como respondem (ou não) às afrontas governamentais. Para além de entender as transformações dos ativismos, debater as propostas atuais e propor encaminhamentos, ensaiamos o manifesto: o que resta ao midiativismo socioambiental?


Palabras clave


midiativismo; movimento ambiental; política ambiental, Greenpeace, Instituto Socioambiental

Referencias


Alonso, A.; Favareto, A. (2012). Do Rio ao Rio. Revista Comciência, 136 (1).

Recuperado de http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=75&id=935

Bentes, I. (2015). Mídia-Multidão: estéticas da comunicação e biopolíticas. Rio de Janeiro: Mauad.

Castells, M. (2011). Comunicación y Poder. Madrid: Alianza editorial.

Castells, M. (2000). O poder da identidade. 2ed. São Paulo: Paz e Terra.

Dias, R. (2007). Tematização e circulação de enunciados em mídias radicais, de organização e informativas pelos movimentos de resistência global. En Ferreira, J.; Vizer, E. (Ed.), Mídia e movimentos sociais:

linguagens e coletivos em ação (pp.201-231). São Paulo: Paulus.

Gil, A. C.(1999). Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas.

Gomes, W. Opinião pública política hoje: uma investigação preliminar. En Fausto Neto, A. et al. (Eds.) Práticas mediáticas e espaço público (pp.61-88). Porto Alegre: Editora da PUC/RS, 2001.

Greenpeace Brasil.(2020). Home. Recuperado de https://www.greenpeace.org/brasil/.

Instituto Socioambiental.(2020). Home. Recuperado de https://www.socioambiental.org.

Jacobi, P.(2007). Socioambientalismo En Ricadro, B. Campanili, M.(Eds.), Almanaque Socioambiental 2008 (pp.461- 468). São Paulo: ISA.

Jenkins, H. Cultura da Convergência. Tradução Suzana L. de Alexandria. 2ª ed. São Paulo: Aleph, 2009

Leff, E.(2002). Epistemologia Ambiental. São Paulo: Cortez.

Leis, H. & Viola, E. A evolução das políticas ambientais no Brasil, 1971 - 1991: do bissetorialismo preservacionista para o multissetorialismo orientado para o desenvolvimento sustentável. En Hogan, D.; Vieira, P. F. (Eds.), Dilemas socioambientais e desenvolvimento sustentável (pp.73-102). Campinas (SP): Editora da Unicamp.

Malini, F. & Antoun, H.(2013). A internet e a rua: ciberativismo e mobilização nas redes sociais. Porto Alegre: Sulina.

Mazzarino, J. M. & Miguel, K. G. (2017). Midiativismo Em Processos De Comunicação Ambiental Engendrados por Organizações Ambientalistas: discussões e proposições. Contracampo, 36 (2), 114-132.

Renó, D. y Flores, J. Periodismo transmedia. Madrid: Fragua editorial, 2012.

Tavolaro, S.(2001). Movimento ambientalista e modernidade: sociabilidade, risco e moral. São Paulo: Anablume/Fapesp.

.




DOI: https://doi.org/10.16921/chasqui.v0i144.4262

Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.




Copyright (c) 2020 Katarini Giroldo Miguel

Licencia de Creative Commons
Este obra está bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-SinObraDerivada 4.0 Internacional.

convocatorias

Es una edición cuatrimestral creada y editada por CIESPAL.
Av. Diego de Almagro N32-133 y Andrade Marín.
Quito-Ecuador.

Síguenos en:

convocatorias

convocatorias

Revista Chasqui 2018
está bajo Licencia Creative Commons Atribución-SinDerivar 4.0 Internacional.