Rádios comunitárias no Brasil: entre a clandestinidade e a relevância social

Eliene Santos, Nair Prata, Rafael Medeiros

Resumen


As primeiras rádios comunitárias surgiram no Brasil na década de 1980 como uma vertente de diversos movimentos de transmissões radiofônicas ilegais que aconteceram a partir dos anos 1970 sob inspiração das chamadas rádios piratas europeias. Embora já inseridas na legislação específica para os serviços de radiodifusão, ainda existem muitas rádios funcionando ilegalmente no país. Este trabalho verifica o panorama atual do rádio comunitário no Brasil evidenciando seu surgimento clandestino e buscando suas especificidades através do estudo de caso de uma rádio com características de emissora comunitária que funciona clandestinamente há quase duas décadas no interior do país.


Palabras clave


rádios comunitárias; rádios ilegais; relevância social; estudo de caso

Texto completo:

PDF (Português (Brasil))

Referencias


Agência Nacional de Telecomunicações. (2018). Relatório Anual 2017 Anatel. Brasília: Agência Nacional de Telecomunicações. Disponível em https://bit.ly/2EwvUQ9.

Andriotti, C. D. (2004). O movimento das Rádio Livres e Comunitárias e a democratização dos meios de comunicação no Brasil. (Dissertação de Mestrado).

Bertolotto, R. & Gerab, M. (2018, julho). País sem sintonia: depois de integrar o Brasil por décadas, o rádio vive mudanças que podem provocar o efeito contrário. UOL, 2018. Disponível em https://tab.uol.com.br/radio/#pais-sem-sintonia.

Bourdin, A. (2001). A questão local. Rio de Janeiro: DP&A.

Braga, J. L. (2011). A prática da pesquisa em Comunicação: abordagem metodológica como tomada de decisões. E-compós, 14(1). Disponível em https://bit.ly/2GKcgTa.

Brasil. Lei nº 9.472. (1997). Dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações, a criação e funcionamento de um órgão regulador e outros aspectos institucionais, nos termos da Emenda Constitucional nº 8, de 1995. Brasília: Diário Oficial da União. Disponível em http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/LEIS/L9472.htm.

Brasil. Lei nº 9.612. (1998). Institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária e dá outras providências. Brasília: Diário Oficial da União. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9612.htm.

Ezequiel, Wôlmer. (2016, novembro 07). Coronel Fabriciano terá sua primeira rádio comunitária. Diário do Aço. Disponível em https://bit.ly/2Ntqzfr.

Ferraretto, L. A. (2014). Rádio: Teoria e prática. São Paulo: Summus.

Freitas, V. H. M. Espaço sertanejo: A música sertaneja cantando o espaço geográfico. (2017). (Dissertação de Mestrado). Disponível em https://bit.ly/2IEuAif.

Instituto Brasileira de Geografia e Estatística. (2010). Censo Demográfico 2010. Rio de Janeiro: Instituto Brasileira de Geografia e Estatística.

Instituto Brasileira de Geografia e Estatística. (2018). População estimada: Estimativas da população residente com data de referência 1º de julho de 2018. Rio de Janeiro: Instituto Brasileira de Geografia e Estatística. Disponível em: https://bit.ly/2NuBR2T.

Martí, J. M. (2004). La programación radiofónica. In M. P. Martínez-Costa & E. Moreno, Programación radiofónica – Arte y Técnica Del diálogo entre la radio y su audiencia. Barcelona: Ariel.

Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações. (2018). Plano Nacional de Outorgas 2018/2019 – Radiodifusão Comunitária. Brasília: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações. Disponível em https://bit.ly/2tCd6ZF.

Peruzzo, C. M. K. (2005). Mídia regional e local: aspectos conceituais e tendências. Comunicação & Sociedade, 43, 67-84.

Peruzzo, C. M. K. (2010). Rádios Comunitárias no Brasil: da desobediência civil e particularidades às propostas aprovadas na CONFECOM. Anais do XIX Encontro Anual da Compós, Rio de Janeiro.

Pesavento, S. J. (2006). Fronteiras culturais em um mundo planetário - paradoxos da(s) identidade(s) sul-latino-americana(s). Revista del CESLA, 8, 9-19. Disponível em: https://bit.ly/2SrehF0.

Quadros, M. R. & Lopez, D. C. (2013). A interatividade no rádio hipermidiático e expandido: uma proposta de classificação. Anais do XXXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Manaus – AM. São Paulo: Intercom.

Raddatz, V. L. S. (2011). Rádio AM "avisa": uma expressão da cultura local. In: L. Klöckner & N. Prata (orgs.), Mídia sonora em 4 dimensões: 1ª ouvintes e falantes, 2ª memória política, 3ª programas de rádio, 4ª tecnologia e futuro. Porto Alegre: EdiPUCRS.

Santos, M. C. (2010). A importância do noticiário local de rádio em tempos de globalização: uma análise da opinião dos ouvintes da Rádio Itatiaia. (Dissertação de Mestrado).

Sousa, S. S. G. (1997). Rádios ilegais: da legitimidade à democratização das práticas. (Dissertação de Mestrado). Disponível em: https://bit.ly/2Tkju68.

Yin, R. K. (2001). Estudo de caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman.




DOI: https://doi.org/10.16921/chasqui.v0i140.3868

Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.




Copyright (c) 2019 Eliene Santos, Nair Prata, Rafael Medeiros

Licencia de Creative Commons
Este obra está bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-SinObraDerivada 4.0 Internacional.

convocatorias

Es una edición cuatrimestral creada y editada por CIESPAL.
Av. Diego de Almagro N32-133 y Andrade Marín.
Quito-Ecuador.

Síguenos en:

convocatorias

convocatorias

Revista Chasqui 2018
está bajo Licencia Creative Commons Atribución-SinDerivar 4.0 Internacional.