Prossumidores dentro dos meios de comunicação: percepções sobre o presente e o futuro do jornalismo

Edson Capoano, Fabiano Rodrigues

Resumen


O objetivo deste artigo é apresentar o mapeamento da percepção de jovens jornalistas, inseridos na geração Y e Z, sobre as condições atuais de seu trabalho e empresa para qual trabalham, bem como sua avaliação sobre o futuro do jornalismo. Eles compõem a mão-de-obra dos veículos de comunicação de hoje, e suas características identitárias os aproximam dos jovens digitais receptores das notícias de hoje. O corpo teórico versa sobre millenials, prossumidores, mediação, convergência, cibercultura e redes. A metodologia realizada foi exploratória, através de survey entre estudantes de jornalismo e jovens jornalistas formados de São Paulo. As considerações apontam que há tensão entre a identidade digital dos jornalistas respondentes e os modelos das empresas de comunicação, em crise e transformação.

"

Palabras clave


millenials; pós-millenials; prossumidores; jornalismo; jornalistas

Texto completo:

PDF (Português (Brasil))

Referencias


Anderson, C. W., Bell, E. & Shirky, C. (2013). Jornalismo pós-industrial: adaptação aos novos tempos. Revista de Jornalismo ESPM, 2(5), 30-89.

Canclini, N. G. (2012). De Jóvenes Contemporáneos: trendys, emprendedores y empresarios culturales. In: N. G. Canclini, F. Cruces & M. U. C. Pozo (Orgs.), Jóvenes, culturas urbanas y redes digitales (pp. 3-24). Madrid: Fundación Telefónica.

Castells, M. (1999). A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra.

Hall, S. (2006). A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A.

Horst, S. & Moisander, J. (2015). Paradoxes of Strategic Renewal in Traditional Print-Oriented Media Firms. International Journal on Media Management, 17(3), 157-174.

Järventie-thesleff, R.; Moisander, J. & Villi, M. (2015). The Strategic Challenge of Continuous Change in Multi-Platform Media Organizations: a strategy-as-practice perspective. International Journal on Media Management, 16(3-4), 123-138.

Jenkins, H. (2015). Cultura da convergência. São Paulo: Editora Aleph.

Lévy, P. (2009). Cibercultura. São Paulo: Editora 34.

Maijanen, P. & Jantunen, A. (2014). Centripetal and Centrifugal Forces of Strategic Renewal: The Case of the Finnish Broadcasting Company. International Journal on Media Management, 16(3-4), 139-159.

Martín-Barbero, J. (2002). Jóvenes: des-orden cultural y palimpsestos de identidade. In: H. Cubides, M. C. Laverde & C. E. Valderrama (Edits). Viviendo a toda. Jóvenes, territorios culturales y nuevas sensibilidades (pp. 22-37). Bogotá: Siglo del Hombre Editores.

McLuhan, M. (1974). Os meios de comunicação: como extensões do homem. São Paulo: Editora Cultrix.

Mierzjewska, B. I & Shaver, D. (2014). Key Changes Impacting Media Management Research. International Journal on Media Management, 16(2), 47-54.

Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política UFSC (2013). Quem é o jornalista brasileiro. Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política UFSC. Disponível em http://perfildojornalista.ufsc.br/files/2013/04/Perfil-do-jornalista-brasileiro-Sintese.pdf

Ramonet, I. (2012). A explosão do jornalismo: das mídias de massa à massa de mídias. São

Paulo: Publisher Brasil.

Toffler, A. (1980). A terceira onda. Rio de Janeiro: Record.




DOI: https://doi.org/10.16921/chasqui.v0i139.3485

Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.




Copyright (c) 2019 Fabiano Rodrigues, Edson Capoano

Licencia de Creative Commons
Este obra está bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-SinObraDerivada 4.0 Internacional.

convocatorias

Es una edición cuatrimestral creada y editada por CIESPAL.
Av. Diego de Almagro N32-133 y Andrade Marín.
Quito-Ecuador.

Síguenos en:

convocatorias

convocatorias

Revista Chasqui 2018
está bajo Licencia Creative Commons Atribución-SinDerivar 4.0 Internacional.